sábado, 5 de abril de 2008
Conferência: “A nova Lei Autárquica: Vantagens e Inconvenientes”
“A nova Lei Autárquica: Vantagens e Inconvenientes”
JSD de Vila Real reinicia o Ciclo de Conferências
A Comissão Política da JSD (Juventude Social-Democrata) de Vila Real realizou no passado dia 28 de Março a sua terceira conferência, dando assim reinicio ao Ciclo de Conferências, uma iniciativa que pretende formar uma juventude vila-realense cada vez mais esclarecida, enriquecida e interveniente.
Esta conferência teve como tema: “A nova Lei Autárquica: Vantagens e Inconvenientes” e teve como orador convidado o Dr. Pedro Peixoto, pertencente à Comissão Política do Partido Social-Democrata.
O polémico projecto-lei sobre a nova Lei Autárquica foi o principal motivo para a escolha do tema. Pretendeu-se criar todas as condições favoráveis a um debate saudável onde se discutisse as vantagens e os inconvenientes desta nova lei.
A conferência contou com meia centena de participantes, essencialmente jovens, mas também estiveram presentes alguns presidentes das Juntas de Freguesias e representantes de algumas Câmaras Municipais do concelho de Vila Real.
Durante a sessão foram debatidas várias questões relacionadas com a nova Lei Autárquica foram ouvidas as várias razões e motivos para que alguns fossem a favor desta nova lei e outros contra. Foram também discutidos alguns assuntos mais controversos da nova lei como é o caso da não participação dos Presidentes de Junta nas Assembleias Municipais ou o reforço de poderes da Assembleia Municipal.
Acreditamos que o objectivo principal da conferência foi cumprido com sucesso comprovado devido ao facto de termos conseguido sensibilizar e informar militantes, simpatizantes e jovens em geral, foi este o propósito desta conferência, e das próximas, contribuir para um constante esclarecimento, impulsionar a formação política e criar fontes permanentes de conhecimento aptas a estimular o debate político.
Mais uma prova vencida desta nova equipa que pretende ser uma juventude em acção capaz de agitar o concelho de Vila Real, afirmando-se cada vez mais como a juventude partidária de referência dos jovens vila-realenses.
A Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
sábado, 29 de março de 2008
Jantar de Convívio da Comissão Política
Estas fotos são a prova do jantar que ocorreu na primeira noite de Março, este jantar juntou num só espaço muita animação e companheirismo.
Um evento informal onde toda a nossa equipa se divertiu e se conheceu melhor, no final foram dois os resultados obtidos a tirar: o que nos une é o mesmo propósito e uma grande cumplicidade e, a certeza de que no desfecho deste jantar a equipa reforçou os seus laços e se tornou mais forte e coesa, propósito que irá acompanhar até ao fim a nossa lista.
Um jantar que ficou na memória de todos e o desejo de repeti-lo em breve.
segunda-feira, 24 de março de 2008
CONVITE: Conferência - "A nova lei autárquica: vantagens e inconvenientes"

A CPS-JSD de Vila Real tem o prazer de o convidar para o reinício do ciclo de conferências.
Esta nova conferência terá como tema: " A nova lei autárquica: vantagens e inconvenientes" e terá como orador Dr. Pedro Peixoto (Comissão Política PSD).
A conferência será dia 28 de Março, pelas 21h30m, na sede do Partido Social-Democrata.
Contamos consigo!
A Comissão Politica da CPS-JSD de Vila Real
sexta-feira, 14 de março de 2008
segunda-feira, 10 de março de 2008
A NOVA EQUIPA DA JSD VILA REAL
MESA DO PLENÁRIO DE SECÇÃO
Presidente Armando Silva Vieira
Vice-Presidente Helena Teresa dos Santos Costa Leite
Secretária Ana Catarina Amaral Pereira de Matos
COMISSÃO POLITICA DE SECÇÃO
Presidente Nataniel Mário Alves Araújo
Vice-Presidente Bruno Manuel Assunção de Sequeira Nogueira
Vice-Presidente João Paulo Rodrigues Machado
Secretária-geral Alexandra Cristina Correia Gomes
Vogal Vânia Raquel Correia de Sousa
Vogal Duarte Nuno Gomes Fontinha
Vogal Maria Goreti Dinis Pereira
Vogal Pedro Martins Salgueiro
Vogal Hugo Paulo de Castro Sardinha
Vogal Catarina Carvalho
Vogal Cátia Cristina Alves Pimenta
Vogal Ivo Joel Gaspar Martins
Vogal Salomé Guedes Sequeira Pádua Azevedo
Vogal Ivo Miguel Fernandes Moreira
Vogal Cláudia Patrícia Pereira do Souto
Vogal Maria João Araújo
Vogal Alfredo Carvalho
COMISSÃO DE HONRA
Pedro Manuel Gonçalves Almeida Fonseca
Luis Miguel Maia da Rocha Ferreira
Miguel Afonso Moreira
Mário Trindade
Marco Bruno Carvalho Eiriz
João Pedro Baptista Outeiro
Octávio Martins Salgueiro
António Henrique Neto Ribeiro de Azevedo
Joana de Andrade Pinto Correia
José Romeu Sampaio Aires Botelho
Cláudia Sofia Carneiro Augusto
Marta Isabel Cardoso de Sousa
André Cavadinha
Nuno Ramos
Nuno Oliveira
Joao Pedro da Silva Barrias Vieira
Presidente Armando Silva Vieira
Vice-Presidente Helena Teresa dos Santos Costa Leite
Secretária Ana Catarina Amaral Pereira de Matos
COMISSÃO POLITICA DE SECÇÃO
Presidente Nataniel Mário Alves Araújo
Vice-Presidente Bruno Manuel Assunção de Sequeira Nogueira
Vice-Presidente João Paulo Rodrigues Machado
Secretária-geral Alexandra Cristina Correia Gomes
Vogal Vânia Raquel Correia de Sousa
Vogal Duarte Nuno Gomes Fontinha
Vogal Maria Goreti Dinis Pereira
Vogal Pedro Martins Salgueiro
Vogal Hugo Paulo de Castro Sardinha
Vogal Catarina Carvalho
Vogal Cátia Cristina Alves Pimenta
Vogal Ivo Joel Gaspar Martins
Vogal Salomé Guedes Sequeira Pádua Azevedo
Vogal Ivo Miguel Fernandes Moreira
Vogal Cláudia Patrícia Pereira do Souto
Vogal Maria João Araújo
Vogal Alfredo Carvalho
COMISSÃO DE HONRA
Pedro Manuel Gonçalves Almeida Fonseca
Luis Miguel Maia da Rocha Ferreira
Miguel Afonso Moreira
Mário Trindade
Marco Bruno Carvalho Eiriz
João Pedro Baptista Outeiro
Octávio Martins Salgueiro
António Henrique Neto Ribeiro de Azevedo
Joana de Andrade Pinto Correia
José Romeu Sampaio Aires Botelho
Cláudia Sofia Carneiro Augusto
Marta Isabel Cardoso de Sousa
André Cavadinha
Nuno Ramos
Nuno Oliveira
Joao Pedro da Silva Barrias Vieira
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
PROGRAMA DE RÁDIO
A PARTIR DE AGORA TENS MAIS UMA FORMA PARA SABER INFORMAÇÕES SOBRE A JSD VILA REAL, ATRAVÉS DO PROGRAMA DE RÁDIO QUE COMEÇA NO DIA 19 DE FEVEREIRO APARTIR DAS 22H ATÉ AS 24H TODAS AS TERÇAS-FEIRAS NA RÁDIO VOZ DO MARÃO EM (96.3), o programa repete Domingo das 10 as 12h.
OU
http://vozdomarao.blogspot.com/2006/01/emisso-online.html
CONTARÁ COM A PRESENÇA DO PRESIDENTE DA JSD VILA REAL, NATANIEL ARAÚJO, E O PRESIDENTE DA JS DE VILA REAL.
PODERÁS TAMBÉM AQUI COMENTAR OS PROGRAMAS DE RÁDIO E SUGERIR TEMAS A DEBATER.
OU
http://vozdomarao.blogspot.com/2006/01/emisso-online.html
CONTARÁ COM A PRESENÇA DO PRESIDENTE DA JSD VILA REAL, NATANIEL ARAÚJO, E O PRESIDENTE DA JS DE VILA REAL.
PODERÁS TAMBÉM AQUI COMENTAR OS PROGRAMAS DE RÁDIO E SUGERIR TEMAS A DEBATER.
Fim do ensino especializado nos Conservatórios! Governo volta a atacar os mais jovens!
Depois de já ter fechado a Escola Nacional de Bailado, o Governo Socialista decide voltar-se novamente para a Cultura.
Desta vez os mais afectados são os mais jovens, crianças dos 6 aos 9 anos, que deixam de poder usufruir da qualidade de ensino dos Conservatórios Portugueses, como o nosso Conservatório Regional de Vila Real.
Estas crianças são assim afastadas destes centros de ensino de referência, sendo que apenas os pais com mais posses, poderão suportar as despesas muito superiores exigidas no ensino privado.
Este Governo Socialista, que oferece umas migalhas aos portugueses, mas a seguir tira-lhes um pão, atenta novamente contra os mais conceituados direitos que tínhamos ganho na nossa curta democracia, lançando a confusão sobre todas as áreas de actividade no nosso país, prometendo reformar, quando na realidade não faz a mínima ideia do que está a fazer, e destroi o pouco de bom que existe, sob a insígnia de "democratização".
A Ministra da (des)Educação, desculpa-se dizendo que o Governo decidiu criar aulas suplementares de música nas primárias, pelo que os Conservatórios não são mais precisos nessa função. Despede mais de metade dos professores dos Conservatórios, que são "obrigados" a dar aulas nas primárias (e é se querem!) , com condições remunerativas e de trabalho muito inferiores, e cujos resultados práticos no ensino de música às crianças será irrisório, quando comparados às vastas possibilidades do que se faz e aprende nos Conservatórios. Trata-se pura e simplesmente de medidas economicístas, que atacam sistematicamente aqueles que menos capacidade têm de reivindicar, como as crianças, em vez de atacarem os onde os problemas realmente existem, e necessitavam de ser solucionados.
Só daqui a algum tempo poderemos avaliar, o quão desastrosas e maléficas consequências as políticas destruidoras do Governo trarão para o nosso país, e para a educação dos mais pequenos, que ainda não podem reenvindicar os seus direitos, mas aí poderá ser tarde. Vamos então todos defender as próximas gerações, obrigando o Governo a discutir o tema no Parlamento e a recuar nestas medidas disparatadas.
Assinem, se assim entenderem, a petição que foi posta a circular, e digam aos vossos amigos a importância de a subscrever, e de defender os nossos direitos!
http://www.petitiononline.com/CFEEMP/petition.html
Bruno Sequeira Nogueira
Desta vez os mais afectados são os mais jovens, crianças dos 6 aos 9 anos, que deixam de poder usufruir da qualidade de ensino dos Conservatórios Portugueses, como o nosso Conservatório Regional de Vila Real.
Estas crianças são assim afastadas destes centros de ensino de referência, sendo que apenas os pais com mais posses, poderão suportar as despesas muito superiores exigidas no ensino privado.
Este Governo Socialista, que oferece umas migalhas aos portugueses, mas a seguir tira-lhes um pão, atenta novamente contra os mais conceituados direitos que tínhamos ganho na nossa curta democracia, lançando a confusão sobre todas as áreas de actividade no nosso país, prometendo reformar, quando na realidade não faz a mínima ideia do que está a fazer, e destroi o pouco de bom que existe, sob a insígnia de "democratização".
A Ministra da (des)Educação, desculpa-se dizendo que o Governo decidiu criar aulas suplementares de música nas primárias, pelo que os Conservatórios não são mais precisos nessa função. Despede mais de metade dos professores dos Conservatórios, que são "obrigados" a dar aulas nas primárias (e é se querem!) , com condições remunerativas e de trabalho muito inferiores, e cujos resultados práticos no ensino de música às crianças será irrisório, quando comparados às vastas possibilidades do que se faz e aprende nos Conservatórios. Trata-se pura e simplesmente de medidas economicístas, que atacam sistematicamente aqueles que menos capacidade têm de reivindicar, como as crianças, em vez de atacarem os onde os problemas realmente existem, e necessitavam de ser solucionados.
Só daqui a algum tempo poderemos avaliar, o quão desastrosas e maléficas consequências as políticas destruidoras do Governo trarão para o nosso país, e para a educação dos mais pequenos, que ainda não podem reenvindicar os seus direitos, mas aí poderá ser tarde. Vamos então todos defender as próximas gerações, obrigando o Governo a discutir o tema no Parlamento e a recuar nestas medidas disparatadas.
Assinem, se assim entenderem, a petição que foi posta a circular, e digam aos vossos amigos a importância de a subscrever, e de defender os nossos direitos!
http://www.petitiononline.com/CFEEMP/petition.html
Bruno Sequeira Nogueira
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
"Desemprego entre licenciados"
O desemprego entre licenciados é um flagelo do nosso pais. Cerca de 70000 recém-licenciados saem todos os anos das nossas universidades e apenas 5000 conseguem emprego muitas das vezes em situação precária. O governo socialista fica "feliz" com crescimentos de 1,9 % "Estes valores abrem perspectivas positivas para 2008”, diz o ministro da Economia. Então, porque é que o desemprego continua a afectar milhares de portugueses!?!? Os estágios profissionais são muitas das vezes boias de salvação para jovens pois podem ganhar alguma experiência mas também são uma escapatória para o governo afirmar que os jovens tem emprego!A único senão é que no final do estágio profissional esses mesmos jovens são colocados "na rua" porque as empresas preferem antes ir recrutar outros jovens que ainda estão frescos, ou seja, que ainda não fizeram estágio profissional e dessa forma poupam muito dinheiro em vencimentos. E o que faz este governo!??pactua com as empresas, deixando que as mesmas recrutem jovens como o único preposito de ter mão de obra qualificada a baixo custo para depois a mandar embora, e recrutar novos jovens para as empresas usufruirem das benesses deste (des)governo . Desta forma o emprego para os jovens é como as marés, vem e vai ondulando pelo caminho.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
“Sócrates fechou-nos a “porta” mais uma vez”

JUVENTUDE SOCIAL-DEMOCRATA
Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Comunicado de Imprensa
“Sócrates fechou-nos a “porta” mais uma vez”
A Comissão Política Concelhia da JSD Vila Real vem por este meio denunciar mais um atentado contra os Jovens portugueses, perpetrado pelo Governo português.
Desde Março de 2007 que vimos alertando para o facto de o governo se preparar para penalizar mais uma vez a Juventude Portuguesa.
O programa “Porta 65 Jovem” (conhecido por todos como "apoio ao arrendamento jovem") substituiu o antigo “Incentivo ao Arrendamento Jovem” (IAJ), e é uma tentativa de fazer omeletes sem ovos, dado o forte desinvestimento que marca a desorientação política de que padece.
Vejamos, então, quais os aspectos mais relevantes:
• O facto de o governo ter reduzido significativamente as verbas atribuídas a este
apoio (corresponde agora a metade do anterior IAJ) e o facto de se ter reduzido a duração do apoio (de 5 para 3 anos), ao que acresce ainda a impossibilidade da recandidatura de quem já tenha usufruído do apoio.
• Tudo isto se conjuga para que o número dos que necessitam do incentivo baixe
drasticamente (estima-se que, anualmente, menos de 8 mil jovens estejam em
condições de reunir os requisitos apertados para a concessão do apoio, contra os anteriores 25 mil beneficiários do IAJ).
• Mas a medida mais extraordinária é a da renda não ultrapassar um valor mensal fixado pelo governo, preços estes, que o mercado não pratica. É caso para sugerirmos, como alguém já disse, a “totorenda”. É que as hipóteses de uma jovem família encontrar um apartamento com as condições impostas (em delírio legislativo, refira-se) são as mesmas de acertar no totoloto ou no euromilhões!
Consideramos por isso que o actual apoio é uma fraude política, que só não se
extingue dada a impopularidade que arrastaria, e cujas consequências já todos as conhecemos (e não tocam só os jovens, que são empurrados para fora das cidades, desertificando-as, mas prejudicam os comerciantes, o clima de segurança e aí por diante...)
Uma palavra final no sentido de afirmarmos a estranheza pelo quietismo dos
outros partidos políticos revelado na discussão deste assunto. Permanecem silenciados perante esta questão que tanto preocupa a geração mais nova, e nem pelo facto de milhares de jovens ficarem afastados com esta reforma, são acordados do profundo adormecimento em que se encontram. Por isso perguntamos-lhes: quando acordais?
Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Vila Real, 09 de Fevereiro de 2008
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
A política autoritária do quase Engenheiro

JUVENTUDE SOCIAL-DEMOCRATA
Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Comunicado de Imprensa
“Alerta Laranja”
A Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real, não podia deixar de se manifestar uma vez mais sobre a ausência de politicas de Juventude do nosso Governo, prejudicando a fixação da Juventude no nosso Distrito.
Há já algum tempo que a Jota Vilarealense tem vindo a alertar, em prévio comunicado, sobre a constante perda de serviços no nosso distrito, mais concretamente, a delegação do Instituto Português de Juventude, aspecto este que se veio a verificar.
Tal como acima mencionado, a CPC/JSD de Vila Real demonstra a sua preocupação pela situação em que o Instituto Português de Juventude se encontra, em respeito ao Associativismo Juvenil. Neste ponto, a nova lei orgânica do IPJ acabou com o regime de co-gestão, sistema pioneiro na Europa, contra a opinião do movimento associativo nacional. Neste momento, Vila Real encontra-se desprovido de Delegado do Instituto Português de Juventude.
No anterior comunicado terminámos questionando-nos, “Delegação do Instituto Português de Juventude: até quando?”. E eis que nos deparamos com a resposta representativa da falta de apoio aos jovens do distrito de Vila Real.
Resta ainda questionar qual o critério seguido pelo Governo Socialista para retirar de Vila Real a Delegação do referido Instituto. A JSD Vila Real gostaria que os responsáveis por esta retirada explicassem, de uma forma explícita, esta situação, uma vez que os jovens do distrito merecem ser esclarecidos.
Os responsáveis políticos deste (des)Governo socialista , estiveram em Vila Real e referiram: “Estão a ser dados sinais de esperança aos Jovens Portugueses”, pois bem ou Portugal é do Porto até Lisboa seguindo pelo Litoral ou então consideram que nós jovens transmontanos somos do país vizinho. Para nós Portugal só poderá ter futuro se concretizarmos TODOS um projecto de crescimento e desenvolvimento.
A JSD Vila Real não pode deixar de estar profundamente desagradada com mais este ataque aos interesses dos jovens vila-realenses e manifesta todo o apoio e solidariedade aos jovens e associações juvenis que necessariamente perdem com esta politica centralista e de promoção e atracção das populações para o litoral.
Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Vila Real, 17 de Setembro de 2007
JUVENTUDE SOCIAL-DEMOCRATA
Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Comunicado de Imprensa
“Prenda de Aniversário da delegação do Banco de Portugal em Vila Real - ENCERRAMENTO”
Com início de actividade a 2 de Novembro de 1893 a delegação regional do Banco de Portugal em Vila Real irá fazer na próxima sexta-feira 114 anos, foi sem dúvida uma das mais importantes instituições no crescimento e desenvolvimento desta região.
Infelizmente e contra todas as expectativas os vila-realenses foram recentemente confrontados com a intenção do Banco de Portugal em encerrar a delegação de Vila Real no final deste ano, foi um “presente” sem qualquer justificação aceitável e muito menos tolerável depois do encerramento das delegações de Bragança e Lamego.
Não podemos aceitar esta Politica de Desenvolvimento económico que apenas dinamiza e empreende esforços onde é mais fácil, onde já há empresas e pessoas onde o crescimento tem sido mais notório.
Não podemos aceitar que o (des)governo Socialista continue a permitir que “tudo” saia de Vila Real em favor do litoral e nada faça.
Neste sentido é urgente apelar a este Governo Socialista para que procure alterar o rumo que diariamente promove a desertificação de Trás-os-Montes e Alto Douro, invertendo esta tendência eleitoralista de concentração de serviços públicos no litoral, apostando de forma séria e consistente no desenvolvimento economicamente sustentável da regiões desfavorecidas como é a nossa região.
A Comissão Política Concelhia da JSD de Vila Real
Vila Real, 2 de Novembro de 2007
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